UNIVERSIDADE
FEDERAL DO PARÁ
CAMPUS
UNIVERSITÁRIO DO TOCANTINS
FACULDADE
DE EDUCAÇÃO
CURSO
DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E PLANEJAMENTO DA EDUCAÇÃO
DOCENTE:
MARIA SUELI CORREA
DISCENTE:
ROSIVAGNO MARQUES DO NASCIMENTO
PLANEJAMENTO ESCOLAR COM ÊNFASE NOS MÉTODOS
PEDAGÓGICOS (DOS PROFESSORES), COMO O USO DOS
SOFTWARES EDUCATIVOS ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NAS SÉRIES INICIAIS (OU 4º E 5º ANO) DO ENSINO FUNDAMENTAL DA EMEF....
DELIMITAÇÃO
DO TEMA:
Um bom
resultado no aspecto educacional se tem a partir de uma gestão democrática e
participativa, onde todos os envolvidos na comunidade escolar participarão em
um único objetivo em prol da educação e do desenvolvimento local e pessoal. A
gestão escolar, através do planejamento escolar, cria projetos didáticos e
metodológicos muito importante no processo ensino aprendizagem que dará grandes
contribuições na formação dos educandos. Em pleno século XXI que vivemos, é
necessário que educando, educadores, gestores, corpo técnico, entre outros,
precisa trabalhar juntos, trocar experiências e construindo aprendizagem para
se ter uma nova reconfiguração nas práticas pedagógicas que já é uma realidade
em nossos dias em sala de aula.
Um
planejamento escolar, é importante compreender que não deve ser limitado a um
ou outro departamento da escola, deve envolver toda escola pensando em seu
desenvolvimento como um todo, ter um planejamento com aspectos críticos
contribuirá para o desenvolvimento de práticas educativas. É necessário que as
ações da escola sempre sejam em conjunto entre educadores, educando, gestores,
coordenadores, pessoas de apoio e a comunidade. As escolas precisam estarem
preparadas para esta nova realidade da educação onde tanto o ensino quanto as práticas
sociais precisam estar articuladas para que o ensino seja um facilitador de
mundo para o aluno de modo geral e para que a o a gestão através do
planejamento escolar proporcione aos educandos atrativos pelos estudos através
de didáticas e métodos adequados o qual tornarão o processo de ensino
aprendizagem mais eficaz e atraente aos alunos com um novo sistema de ensino,
novas políticas educacionais e um novos métodos pedagógicos como é o caso do
uso de novas ferramentas educacionais em sala de aula que irão auxiliar no
processo ensino-aprendizagem como é o caso do uso do uso dos softwares
educativos através das tecnologias digitais. O planejamento da escola deve
levar em consideração as realidades locais da comunidade e juntos buscar
solucionar possíveis dificuldades detectadas no ambiente escolar.
Através
de um planejamento junto a uma gestão democrática e participativa, a escola
terá autonomia para algumas mudanças educacionais, desde que funcione de forma
correta o conselho escolar com todas suas representatividades e que a escola
tenha um bom projeto político pedagógico o qual é um documento importante, e
através dele o currículo pode ser flexível adequando a realidade da escola, dos
alunos e levando em consideração os aspectos socioculturais da comunidade em que
a escola faz parte. Como Projeto Político Pedagógico dá possibilidade de
flexibilidade no currículo, deve ser incluído também o uso de tecnologia
digitais, onde as tecnologias já dão um novo paradigma para a educação, pois o
mundo todo está cada vez mais envolvido nesse mundo globalizado e tecnológico.
Ao
desenvolver minha pesquisa, vivenciarei e procurarei informações que mostre
como funciona o planejamento escolar da EMEF...., como, se dá a construção dos
métodos pedagógicos dos professores e se o
currículo é flexível de acordo com a realidade da comunidade em especial dos
alunos, buscarei compreender já que o currículo é flexível, se o mesmo permite a inclusão de tecnologias
digitais. Sabendo a importância do planejamento da escola, buscar a partir
dessa organização, desenvolver aspectos pedagógicos, cognitivos, socioculturais
dos alunos e da comunidade, formando assim pessoas críticas capazes de mudas
suas realidades.
JUSTIFICATIVA
MOTIVAÇÃO:
Escolhi
este tema “Planejamento Escolar”, por causa da importância de falarmos e
discutirmos em nosso cotidiano sobre o mundo tecnológico que já vivemos e que o
uso das tecnologias digitais tem contribuído para uma maior interação entre as
pessoas, pois a tecnologia de modo geral está presente cada vez mais em nosso
dia a dia e em nossa vida no mundo todo, seja em caixas eletrônicas,
eletrodomésticos, automóveis, celulares, trabalho encolares, entre outros. Tema
como esse “Informática Educativa, uso de softwares educativos ou Tecnologias
Digitais”, pode ser incluído no currículo escolar já que o mesmo deve ser
flexível através do Projeto Pedagógico da escola. Tudo isso pode ser realidade
a partir do planejamento escolar.
PROBLEMATIZAÇÃO:
1- Qual a
importância de um planejamento escolar?
2- Quais
as características do planejamento escolar e como acontece na EMEF...?
3- Quais
os objetivos do planejamento?
4- Como é
organizado o Projeto Político Pedagógico da EMEF...?
5- O
currículo escolar é flexível?
6- A
Informática Educativa, o uso dos softwares e as tecnologias digitais fazem
parte desse currículo?
7- Quais
as estratégias pedagógicas para utilizar as tecnologias no processo
Ensino-Aprendizagem?
RELEVÂNCIA:
Será
de grande importância compreender o planejamento escolar, pois, surge a partir
do princípio de uma gestão democrática e participativa, onde os gestores,
docentes, técnicos, entre outros podem participar da gestão e do planejamento
de cada escola que trabalha.
O que
me levou a escolher esse tema, é por compreender que a educação precisa ser
vista pelos alunos como algo que atraia os mesmos, pois o que vemos em nosso
cotidiano são alunos sem interesse de estudar e consequentemente sem bons
resultados no processo de ensino-aprendizagem, a educação precisa ter algo que
o motive. É necessário fazer algo e a possibilidade da flexibilidade do
currículo é um grande desafio, por que o mundo globalizado que vivemos está
cada vez mais conectado através das tecnologias e os alunos não são e nem estão
distantes dessa realidade, é necessário usarmos essa ferramenta de forma
intencional e pedagógica para contribuir no processo ensino aprendizagem do
mesmo.
Este
trabalho me ajudará bastante, tanto na vida pessoal quanto na vida
profissional, pois me dará bases para buscas de eventuais soluções dependendo
dos problemas a serem detectados no dia a dia. O trabalho será de grande
relevância para a área do conhecimento, pois poderá ou servirá de bases para
outros trabalhos ou pesquisas da mesma área do conhecimento, pois poderá enriquecer
fontes de pesquisas da universidade. Com relação a contribuição social, a
pesquisa ou o trabalho como um todo, mostrará aos envolvidos (gestores, corpo
técnico, docentes, entre outros), a importância de todos na gestão, em especial
no planejamento escolar, com isso quem terá a ganhar com esse modelo de gestão
e planejamento, será toda comunidade com uma educação de qualidade onde irá
formar pessoas consciente e críticas em nossa sociedade.
OBJETIVOS
v Geral: Identificar e analisar
o planejamento escolar, mostrar a importância das pessoas que fazem parte nem
só a gestão, mas de todo o planejamento em especial a construção do Projeto
Político Pedagógico da escola, se o currículo é flexível quanto a realidade da
escola e dos alunos e se as tecnologias digitais, informática educativa e uso
dos softwares fazem parte do desse currículo buscando oferecer uma educação de
qualidade onde possamos formar pessoas não só para o mercado de trabalho, mas,
para a vida e com autonomia.
v Específico:
1-
Diagnosticar as dificuldades para se ter
um Planejamento Escolar.
2-
Analisar o que a gestão tem feito junto ao
corpo técnico, docentes e outros, para se ter um currículo flexível e com nova
políticas educacionais como a inclusão de tecnologias digitais, uso dos
softwares educativos, já que estão presentes em nosso cotidiano.
3-
Compreender a importância do planejamento
escolar, que venha contribuir para uma educação de qualidade formando pessoas
críticas capazes de transformar a sociedade.
REFERÊNCIAL TEÓRICO:
Este artigo vem tratar do planejamento
escolar, que parte do princípio de uma gestão democrática e participativa para
se chegar a um planejamento desejado e eficiente, onde o envolvimento e
comprometimento de todos podem levam a uma educação emancipatória. Em um texto
de Romão e Padilha, eles citam a importância da gestão democrática para escola:
Como afirma o professor Moacir Gadott em seu
livro Pedagogia das práxis (São Paulo, Cortez/IPF, 1995, p. 76), “se é verdade
que a educação não pode fazer sozinha a transformação social, também é verdade
que a transformação não se efetivará e não se consolidará sem a educação”. No
mesmo sentido, não podemos pensar que a gestão democrática da escola possa
resolver todos os problemas de um estabelecimento de ensino ou da educação, mas
a sua implementação é, hoje, uma exigência da própria sociedade, que enxerga
como um dos possíveis caminhos para a democratização do poder na escola e na
própria sociedade. (Gadotti e Romão, 2004, p. 92).
Para Gadotti e Romão 2004, a sociedade ver
a “gestão democrática”, como possível caminho e saída para a democratização da
escola e da sociedade, então devemos acreditar que essa gestão possa contribuir
para termos uma educação de qualidade e emancipatória.
Sabemos que são grandes as dificuldades
para se fazer ou ter uma gestão democrática e participativa, por que é necessário
o envolvimento de todas as pessoas que fazem parte da escola, além da
comunidade onde a mesma está inserida, é preciso que todos estejam
compromissados e com o mesmo objetivo. Toda mudança requer primeiramente um
trabalho de conscientização e posteriormente uma adaptação àquilo que é
proposto como “novo”, não será fácil, tão pouco simples, construir e pôr em
prática um novo modelo de gestão, sendo ela democrática e participativa, em
qualquer escola que seja. As dificuldades começam quando se pede a participação
de todos, em especial na formação do Conselho Escolar, Grêmio Estudantil, entre
outros, pois o trabalho dessas pessoas não é remunerado pelas funções atribuídas,
é em função da escola, da comunidade e da educação como um todo, outra
dificuldade é a criação do Projeto Político Pedagógico da escola. É necessário
conscientizar toda escola e a comunidade para essa nova gestão em busca de
melhorar os métodos pedagógicos e a educação em geral.
É de fato impossível democratizar a escola
autoritariamente, à força ou através de golpes legislativos; descentralizar a
administração escolar apenas a partir de decisões centralizadas, doar a
autonomia às escolas, ou condená-las a uma autonomia que os autores escolares
desprezam ou se recusam a assumir. A educação para e pela cidadania democrática
não é algo que possa ser restringido à escola aos atores escolares, ou somente
aos alunos curricularizável e avaliável ao estilo escolar mais convencional
(Lima, 2002, p. 50).
Trago agora, a lei maior do nosso país
(Constituição de 1988), ela que rege as instituições e garante o direito e
dever dos cidadãos. É importante que conhecemos nossas leis para podermos
cobrar nossos direitos junto as autoridades. A constituição de 1988, dá o
direito as pessoas a uma educação de qualidade. Trago o artigo 205 e 206,
vejamos o que diz a parte citada:
Art. 205. A educação, direito
de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a
colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu
preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Art. 206. O ensino será
ministrado com base nos seguintes princípios:
II –
liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o
saber;
III –
pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de
instituições públicas e privadas de ensino. (Brasil, Constituição de 1988, p.
160. 2018).
O que
percebemos é que a CF 1988, deixa claro, que todos têm função importante em
todo processo educacional, seja família, escola e comunidade. Os municípios são
responsáveis na parte organizacional da educação fundamental e infantil:
Art. 211. A União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino.
§ 2º os
Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na educação
infantil. (Redação dada pela EC
n. 14/1996). (Brasil, Constituição de 1988, p. 161 e 162. 2018).
Os
municípios junto as escolas podem e devem participar da organização e do
planejamento educacional com objetivos de melhorar a qualidade educacional e
seus resultados, como por exemplo trabalhar a organização do currículo da
escola junto aos projetos pedagógicos.
A Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei Nº 9.394/96), lei maior da
educação, vem nortear e garantir o acesso das pessoas nas escolas em buscas de
uma melhor formação enquanto profissional e enquanto cidadão. A LDB é a
legislação da educação, todas escolas devem segui-la, pois, a mesma busca
organizar o sistema educacional. É necessário que todos gestores, corpo técnico
e docentes conheçam a Leis de Diretrizes e Bases da Educação, pois a mesma dará
suporte para o regulamento da escola como o Projeto Político Pedagógico, que
será de grande importância para o currículo e todo planejamento pedagógico da
escola. Destaco o artigo 11 e 12 da LDB:
Art. 11. Os Municípios incumbir-se-ão de:
II –
exercer ação redistributiva em relação às suas escolas;
III –
baixar normas complementares para o seu sistema de ensino;
IV –
autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de
ensino;
Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitada as
normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:
I –
elaborar e executar sua proposta pedagógica;
IV –
velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
VI – articular-se com
as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a
escola; (LDB: 2017, p. 13 e 14).
Os
artigos 11 e 12, mostram a importância dos municípios e dos estabelecimentos de
ensino, para se elaborar e pôr em prática, um planejamento educacional, nas
escolas. Nos artigos 13 e 14 da LDB, 9.394/96, mostra a incumbência dos
docentes e do sistema de ensino, para que possamos ter um bom planejamento
escolar através de uma gestão democrática:
Art. 13.
Os docentes incumbir-se-ão de:
I – participar
da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
II –
elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do
estabelecimento de ensino;
IV –
estabelecer estratégia de recuperação para alunos de menor rendimento;
Art. 14.
Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino
público na educação básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os
seguintes princípios:
I –
participação dos profissionais da educação na elaboração no projeto pedagógico
da escola;
II –
participação das comunidades escolar e local em conselho escolares ou
equivalentes. (LDB: 2017, p. 14 e 15).
Nos
artigos 13 e 14, fica claro a incumbência dos docentes e do sistema de ensino,
pois os docentes devem participar da elaboração e aplicação do projeto
pedagógico da escola para se chegar a uma educação de qualidade para formar
pessoas críticas.
O
planejamento é um fundamental nas escolas e devem ser um processo contínuo e
inovador, os gestores, coordenadores e docentes devem ser conscientes da
importância do planejamento escolar. A gestão através do planejamento não deve
permitir que os educadores e técnicos pedagógicos desconsidere o planejamento
em especial o projeto político pedagógico, os planos de aulas, entre outros,
pois os mesmo as vezes se encontram engavetados como se não tivessem
importância para se ter uma educação contemporânea e efetiva para o
desenvolvimento educacional das pessoas. Luck, 2009, vem citar o planejamento
como um processo contínuo:
A partir
de uma visão abrangente e integradora, o planejamento contribui para a
coerência e consistência das ações, promovendo a superação do caráter
aleatório, ativista e assistemático. Como instrumento de preparação para a
promoção de objetivos, ele antecede as ações, criando uma perspectiva de
futuro, mediante a previsão e preparação das condições necessárias para
promove-lo e, acima de tudo, a visualização, pelos seus executores, de suas
responsabilidades específicas e das competências e determinações necessárias
para assumi-las adequadamente. Embora, no entanto, o planejamento esteja
associado à fase que antecede as ações, é necessário ter em mente que deve
estar também presente em todos os momentos e fases das mesmas, constituindo-se,
dessa forma, em um processo continuo: planeja-se antes, durante e depois das
ações, pois não é possível prever antecipadamente todas as condições de
execução de planos, notadamente, das dinâmicas sociais, como é o caso da educação.
(Lück, 2009, p. 33).
A gestão
escolar, deve criar possibilidades para a escola sair da mesmice cotidiana e o
projeto pedagógico, vem para criar alternativas através da flexibilidade do
currículo, como por exemplo acrescentar temas novos que já façam parte da
realidade dos alunos, como o uso das tecnologias que estão presentes no
cotidiano dos alunos. Tavares 2009 vem dizer o que é o projeto pedagógico:
O projeto
pedagógico é um documento desenvolvido a partir das necessidades de cada
escola. Para a sua elaboração, é preciso levar em conta as limitações, as
expectativas e as potencialidades de toda comunidade escolar e ser considerado
também os recursos didáticos e pedagógicos que a escola possui... Projeto
pedagógico é uma proposta pedagógica fundamentadas em informações obtidas por
meio de uma parceria com a comunidade escolar e a gestão escolar. As
informações podem ser externas, extraídas da comunidade em si, onde a escola se
encontra inserida, fornecidas pelo corpo de funcionários, professores, alunos e
direção da escola. No projeto, deve estar inserido um senso crítico, visto que
a educação tem um papel meritório no processo de humanização do homem e na
transformação da sociedade. (Tavares, 2009, p. 111).
O que
percebemos, que é de grande importância as escolas terem seus projetos
pedagógicos, apesar de não ser fácil a participação das pessoas e
principalmente colocá-lo em prática. A través do PPP podemos criar
possibilidades e meios atrativos para os alunos em seu cotidiano. Como já
sabemos, a importância e o valor do projeto pedagógico da escola para a
educação é imprescindível. Para Hengemühle, 2004, o PPP é o eixo condutor da
escola, deve ser desenvolvido as claras para que as pessoas possam compreender
e ajudarem a colocá-lo em prática. O autor mostra também os fundamentos do
projeto pedagógico.
Um
projeto pedagógico não pode ser complexo e volumoso, mas deve ser prático e
compreensível para todos, além de priorizar a qualidade nos seus fundamentos.
Compreendemos que esse eixo orientador das ações da escola necessita hoje ter
como referências e fundamentos:
1)
Os
cenários locais e globais;
2)
As
potencialidades e dimensões humanas;
3)
O
perfil de aluno;
4)
Os
fundamentos educacionais que norteiam o fazer o fazer pedagógico;
5)
O
perfil de professor necessário; e
6)
O
perfil instituição escolar. (Hengemühle, 2004, p. 30).
No
projeto pedagógico, podemos além de apontar novos caminhos para educar, também
dá novos significados para o novo modelo educacional que queremos. Hengemühle,
2004, mostra um eixo condutor significativo a educação e para que haja
verdadeira construção de conhecimento em consonância com as potencialidades e
dimensões naturais do ser humano:
Diante do
paradigma educacional apresentado (encontrar caminhos para que a educação tenha
significado, da teoria a sala de aula), sintetizamos os cinco pontos focais a
seguir, a partir dos quais a educação contemporânea pode encontrar um eixo
condutor significativo:
1)
Saber escolar integrado
ao saber da vida:
Esse é o foco central do olhar dos educadores. Os saberes desenvolvidos na
escola precisam ter sentido, significado, ser úteis para a vida.
2)
Competências: Que as escolas
desenvolvam pessoas capazes de agir com eficácia na busca de soluções para os
problemas fora da rotina do seu dia a dia, agindo com valores éticos e morais,
em um clima de boa convivência.
3)
Situações-problema: O professor parte de
situações problematizadas da realidade que, a partir das concepções prévias dos
alunos, suscitam sua motivação, provocam o desejo de aprender e atribuem
significado ao saber escolar.
4)
Teorização/conteúdo: É o referencial
através do qual o aluno consegue compreender e explicar as situações e os
problemas do meio, sendo capaz de compreendê-los e de agir com fundamentação no
seu contexto.
5)
Habilidades: Que todo processo
pedagógico tenha o foco voltado para o desenvolvimento de exercícios mentais
complexos, ou, como as denominamos, habilidades superiores. (Hengemühle, 2004,
p. 131 e 132).
É
fundamental o planejamento participativo, para o que se quer alcançar, pois
através do mesmo se discute as realidades dos alunos, escola e sociedade para
então poder chegar ao objetivo definido, é através do cotidiano que o indivíduo
se constitui. Veiga (org.), 1995, diz que:
Nossa
experiência de planejamento participativo com base na escola já aponta algumas
aprendizagens. Em relação à definição do objeto de planejamento, devemos buscar
a demarcação do âmbito das relações da “comunidade escolar”: escola e grupos;
escola e instituições. A seguir temos que definir qual é, ou quais são as
esferas do social que vamos priorizar, nos níveis do conhecimento e da ação
planejada, para darmos conta de atingir os objetivos do planejamento. Nossa
proposta tem priorizado a esfera da vida cotidiana, uma vez que tivemos eleito,
como foco de investigação, os processos de socialização vivenciados no
microespaço da comunidade escolar e, também, por verificarmos que é
principalmente com base nas interações na cotidianidade que os indivíduos
constroem-se. (Veiga (org.)1995, p.136).
Vieira
2003, no livro Gestão Educacional e tecnologia, destaca a transformação
profunda nas escolas, dos métodos que já estão ultrapassados e deve ser
substituída por novos modelos, a tecnologia vem contribuir muito com isso. A
partir dessas ideias de Vieira 2003, é importante a formação e atuação do
planejamento escolar, pois a partir dele, podemos ter o PPP da escola e junto
ao currículo, pode-se fazer agregar novos conteúdos e métodos pedagógicos. Para
Vieira 2003:
A
implementação de transformações mais profundas na escola, que possibilitem uma
melhor adequação às novas demandas sociais, proporcionando uma educação de
qualidade, requer alteração na concepção de gestão das organizações escolares.
Aquele modelo de gestão que utiliza processos mecânicos de decisão e repetição
acrítica das velhas soluções, terá de ser substituídos por um novo modelo, mais
dinâmico e flexível, que proporcione as adaptações necessárias decorrentes dos
processos de aprendizagens individuais e coletivos de cada organização, com a
rapidez desejável. Nesta nova forma de gestão, a tecnologia apresenta-se como o
sistema nervoso de um organismo/organização que aprende enquanto age e reflete,
transmitindo informações e sensações de um órgão ao outro e armazenando os
conteúdos mais relevantes, para que possam ser recuperados quando necessários.
(Vieira, Almeida e Alonso, 2003, p. 55).
Falar do
planejamento escolar, projeto político pedagógico da escola e do currículo, é
pensar em usar as tecnologias da informação a favor de melhorar os métodos
pedagógicos que precisam ser atraentes para o aluno e motivacional. Para Rojo,
2012:
“...antes
de nos perguntar como disciplinar os usos dos multiletramentos, creio, com
Lemke (2010 [1998]: s.d.), que “precisamos pensar um pouco em como as novas
tecnologias da informação podem transformar nossos hábitos institucionais de
ensinar e aprender”. Em vez de impedir/disciplinar o uso do internetês na
internet (e fora dela), posso investigar por que e como esse modo de se
expressar por escrito funciona. Em vez de proibir o celular em sala de aula,
posso usá-lo para a comunicação, a navegação, a pesquisa, a filmagem e a
fotografia. Para Lemke, há “dois paradigmas de aprendizagem e de educação em
disputa em nossa sociedade hoje e as novas tecnologias vão, acredito, mudar o
equilíbrio entre eles significativamente” (Lemke, 1994b). O primeiro, ele
denomina “paradigma de aprendizagem curricular: aquele que assume que alguém
decidirá o que você precisa saber e planejará para que você aprenda tudo em uma
ordem fixa e em um cronograma fixo”. O segundo, ele chama de “paradigma da
aprendizagem interativa”...”. (Rojo, 2012, p.26 e 27).
LANDIN
E MONTEIRO; 2017, trazem uma reflexão sobre a formação docente em meios as
tecnologias de informação e comunicação (TIC), onde de acordo com (RIOS et.
Al., 2013. P.214):
As
TIC, com destaque ao computador e a internet, passam a construir elementos os
quais, em uma via de mão dupla, provocam mudanças na educação, ao mesmo tempo
em que demandam que mudanças sejam efetivadas para que possam ser incorporados
nos processos de ensino e da aprendizagem. A valorização do conhecimento e as
possibilidades de acesso a este, ampliadas pelo uso das TIC, solicitam nova
postura dos professores e alunos e, por conseguinte, o repensar dos processos
educativos e das práticas curriculares. [(Rios et. Al., 2013). Landin e
Monteiro, 2017, p. 187]
A inclusão
digital nas escolas se faz necessário no currículo das escolas, e os aspectos
culturais e educacionais estão sempre relacionados um com os outros, mas,
precisam caminhar juntos. A cultura digital precisa fazer parte dos processos
pedagógicos e da aprendizagem dos alunos. Precisa-se de uma sociedade
articulada a escola e não uma escola conteudista. Bonilla, 2009, cita
Warschauer (2006), para dizer que:
De acordo
com Warschauer (2006, p. 21), “para proporcionar o acesso significativo as
novas tecnologias, o conteúdo, a língua, o letramento, a educação e as
estruturas comunitárias e institucionais devem todos ser levados em
consideração”. Em vista disso, consideramos a escola como locus primeiro e
natural dos processos de “inclusão digital”, aqui entendida como formação da
cultura digital, uma vez que se constitui ela em espaço de inserção dos jovens
na cultura de seu tempo – e o tempo contemporâneo está marcado pelos processos
digitais. Como a escola deve ser espaço-tempo de crítica dos saberes, valores e
práticas da sociedade em que está inserida, é da sua competência, hoje,
oportunizar aos jovens a vivência plena e crítica das redes digitais. Logo, é
responsabilidade do professor, profissional dessa instituição, a formação dos
jovens para a vivência desses novos espaços de comunicação e produção.
(Bonilla, 2009, p. 4).
Estamos
em pleno século XXI, e o que vemos é nossas crianças cada vez mais envolvidas
no mundo tecnológico, seja através de celulares que já se tornou quase normal
eles receberem dos pais, brinquedos de controle remoto, computadores, TVs,
videogames, entre outros. É necessário acompanhar essas crianças e saber
orientá-las sobre o uso das tecnologias, fazer uso de forma pedagógica.
Antoneli 2013, traz uma citação de Bucht, 2002:
A
crianças usam a mídia, entre outras razões, porque elas acham-na divertida,
excitante e imaginativa, e porque passam por experiência de aprendizado. Sentem
também que a mídia as faz “sentirem-se incluídas” em meio às pessoas e aos
acontecimentos, o que algumas vezes leva a formação de amizades. (...) [(Bucht,
2002, p.79). Antoneli, 2013, p. 13].
Uma coisa
interessante é que as crianças veem na mídia possibilidade de entretenimento e
comunicação, devemos fazer dessa ferramenta meios para melhorar o processo de
ensino aprendizagem das crianças, mas, os pais e professores devem estar sempre
atentos, no que tange o que eles acessam por que existe coisas maliciosas nesse
mundo tecnológico e digita.
As
tecnologias devem ser vistas como um recurso, como elas estão presente no
cotidiano das pessoas como nos trabalhos, é necessário fazermos esse uso na
educação também. Llano e Adrián, 2006, fala “Ao depararmos com o desafio da
educação popular, podemos cair no erro de pensar em uma “educação pobre” para
os pobres”: seria fazer o dá com o que tem. Os autores reforçar dizendo que:
O desafio
da educação popular está, justamente, em dar a melhor educação em todos aqueles
setores excluídos de todo desenvolvimento. Devemos contar com os melhores
recursos, a fim de que nossos educandos, de posse deles, rompam os limites de
sua marginalização e se transformem em agentes de mudança pessoal, comunitária
e social. Neste momento, as tecnologias da informação e comunicação são alguns
dos poderosos recursos que podem nos ajudar a cumprir as nossas metas. (Llano e
Adrián, 2006. p. 30 e 31).
Todas
tecnologias que os alunos têm acesso, é necessário que se faça bom uso dela e
que não seja vista apenas como um computador ou celular. Devemos usar essas
ferramentas para transformar e modernizar os métodos pedagógicos. Toda
comunidade escolar deve se apropriar dessa ferramenta, Llano e Adrián, 2006,
vem reforçar isso:
Estas
ferramentas só produzirão algum efeito, se nós os agentes, que construímos a
vida da escola, formos nos apropriando delas, transformando-as em recursos a
nosso serviço e integrando-as a todos os outros recursos dos quais dispomos, a
fim de atingirmos o fim de uma melhor educação para os nossos educandos. (Llano
e Adrián, 2006. p. 32).
UJIIE
et. Al., 2017; para reforçar sobre o uso do computador cita que:
“Verifica-se
assim que o uso do computador na escola da infância favorece a apreensão de
atividades significativas pelas crianças, além do que prioriza o
desenvolvimento de suas habilidades cognitivas, motoras, emocionais e afetivas,
tendo na figura do professor um importante aliado. Como se ressaltou
anteriormente, o computador ser um agente importante para a construção de novas
aprendizagens e por intermédio de softwares educativos é possível brincar e
aprender, ou, aprender brincando com forme preconiza Rosa (2010, p. 3)”.
[(UJIIE et. Al., 2017, p. 268)].
As
crianças do século XXI, já fazem parte desse mundo evoluído – de tecnologia,
onde os TCIs acompanham sua rotina e o trabalho do professor que é de
fundamental importância e insubstituível, por que é ele quem vai criar métodos
pedagógicos e possibilidades em sala de aula para que aconteça o processo
ensino-aprendizagem em um ambiente de cooperação e colaboração entre aluno e
professor. UJIIE et. Al., 2017, traz BELLONI e GOMES, 2008; para dizer que:
“O desafio da escola é o de
potencializar as virtudes técnicas das TIC, colocando-as a serviço a serviço de
aprendizagens significativas e não-convencionais, mais adequadas às culturas
jovens e infantis”. [(BELLONI e GOMES, 2008, p. 742). UJIIE
et. Al., 2017, p. 267]. [...] o trabalho dos professores continua
sendo fundamental e não pode ser substituído pelas máquinas. Porém, é
indispensável que que eles aprendam a lidar com a maior autonomia das crianças
e a aceitar a hipótese da autodidaxia, além de aprender a usar as TIC em suas
práticas pedagógicas [...]. Além de favorecer a aprendizagem colaborativa e
cooperativa e desenvolver capacidades de autodidaxia, o uso pedagógico do
computador estimula a motivação, desperta a curiosidade e favorece a
concentração das crianças que, embora muitos jovens, muitas vezes já tem
experiências lúdicas com estas máquinas e, para elas, seu uso na escola é
desafiador e estimulante e lhes parece natural. [ (BELLONI e GOMES, 2008, p.
741-742). UJIIE et. Al., 2017, p. 268].
LANDIN
E MONTEIRO; 2015, trazem uma reflexão sobre a formação docente em meios as
tecnologias de informação e comunicação (TIC), onde de acordo com (RIOS et.
Al., 2013):
“As
TICs, com destaque ao computador e a internet, passam a construir elementos os
quais, em uma via de mão dupla, provocam mudanças na educação, ao mesmo tempo
em que demandam que mudanças sejam efetivadas para que possam ser incorporados
nos processos de ensino e da aprendizagem. A valorização do conhecimento e as
possibilidades de acesso a este, ampliadas pelo uso das TIC, solicitam nova
postura dos professores e alunos e, por conseguinte, o repensar dos processos
educativos e das práticas curriculares”. [(RIOS et. al., 2013, 214). LANDIN E
MONTEIRO; 2015, p. 187].
Os
alunos, tem dificuldades nas séries iniciais do fundamental e CAVALCANTE et.
al., vem falar das dificuldades no ensino da língua portuguesa em sala de aula,
e para mostrar essa realidade ele diz que:
“Os problemas relacionados a
educação fazem parte de uma triste realidade enfrentada pelos docentes nas
salas de aula, principalmente daquelas afastadas das grandes cidades, onde o
fluxo de informações é limitado devido à escassez do aparato tecnológico ou
inexistência deles, atrelado também a ausência de verba que por se só acaba
aumentando ainda mais as dificuldades do trabalho dos educadores. Tudo isso,
faz com que compreendamos a ineficácia na qualidade do ensino e supliquemos por
políticas públicas voltadas para sanar tais problemas”. (educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2017/25141_12553.pdf
– Acessado em 22-082018). (p. 10840).
Na no
sino fundamental, para os alunos é bem complexo, pois, o professor busca
métodos para que os mesmos se interessem e interajam e tenham aprendizagem, já
que nessa fase a criança está se adaptando nesse ambiente da escola que novo
para ela. FARIA E COLPANI – 2017, trazem um pequeno texto de SILVA ET AL, 2013;
onde diz que:
“Diante
de tantas barreiras, o professor vem enfrentando duros desafios para alcançar
com êxito o processo de alfabetização. A educação brasileira passou por grandes
mudanças, o aluno deixou de ser mero ouvinte passando a ser o protagonista no
processo de ensino/aprendizagem. Nesta circunstância, o professor cada vez mais
necessita de ferramentas que estimulem e despertem no aluno o interesse na
busca da construção do conhecimento e minimize as dificuldades que abalam o seu
aprendizado”. [(Silva, Couto & França, 2013). FARIA e COLPANI, 2017, p.
62].
Segundo
MACHADO et. Al., 2017, sobre a Informática Educativa, traz a visão de Valente
(1993, p. 1) “para a implantação do computador na educação são necessários
basicamente quatro ingredientes: o computador, o software educativo, o
professor capacitado para usar o computador como meio educacional e o aluno”.
MACHADO et. al., 2017, traz outros autores para citar a importância do
computador como meio para educação, veja:
Almeida
(2000) diz que o computador é “[...] uma máquina que possibilita testar ideias
ou hipóteses, que levam à criação de um mundo abstrato e simbólico, ao mesmo
tempo que permite introduzir diferentes formas de atuação e interação entre as
pessoas”. Contudo, Rocha (2008, p. 2) ressalta que é necessário que a
utilização do computador seja repensada, pois o computador acaba “[...] se
transformando em um poderoso recurso d suporte à aprendizagem, com inúmeras
possibilidades pedagógicas [...]” o que de certa forma, pressupõe em uma
reformulação no currículo. Neste ponto de vista, o software educativo pode se tornar uma ferramenta relevante na Educação
Infantil, pois o professor consegue desenvolver atividades que sejam atrativas
e lúdicas, visto que esses fatores prendem a atenção dos pequenos. (MACHADO
et. al., 2017, p.354 e 355).
Para
trabalhar com as tecnologias, é importante que os professores tenham estrutura
para trabalhar com as crianças, tanto na questão de materiais como computador,
celular, tablete, entre outros, quanto que saibam manusear essas ferramentas para
que as aulas sejam atrativas e proveitosa para haver aprendizagem de verdade,
pois motivação, os alunos tem ao perceberem que as tecnologias fazem parte dos
métodos pedagógicos e as mesmas são coisas
que despertam bastante interesse e motivação para eles, é necessário que os
educadores saibam usar essas ferramentas de forma pedagógicas.
As
tecnologias devem fazer parte cada vez mais do processo ensino-aprendizagem dos
alunos, pois, esses novos métodos em sala de aula, faz com que as crianças se
identifique e goste. Os educandos desenvolvem muito bem os aspectos motor e
principalmente cognitivo. Ainda falta muitas para que as tecnologias façam
parte do processo educacional como um todo, no que tange currículo e políticas
públicas, entre outros. As tecnologias precisam fazer parte do cotidiano das
escolas e dos alunos, para que possamos construir um novo tempo na educação e
que possamos evoluir no processo ensino-aprendizagem.
METODOLOGIA
Para
realização dessa pesquisa, utilizarei o método de abordagem (dialética) na qual
para JONASSEN (2008), ”os construtivistas acreditam que o conhecimento é uma
construção humana de significados que procura fazer sentido do seu mundo”. Nos
ambientes de aprendizagem construtivistas, os estudantes possuem mais
responsabilidades sobre o gerenciamento de suas e o papel do professor passa a
ser também o de orientador, facilitador ou mediador.
Minha
abordagem metodológica de pesquisa será qualitativa. Durante a coleta de dados,
será feito entrevistas com um GESTOR, professor, coordenador pedagógico e
aluno. Para saber como se faz e como acontece o planejamento escolar, se a
escola tem projeto político pedagógico, se o currículo escolar é flexível e se
as tecnologias digitais e o uso dos softwares educativos são trabalhados junto
ao currículo de forma pedagógica. É importante também saber como e quais as
dificuldades e desafios para a escola, como os professores e alunos se
interessam pela tecnologia e entender o que eles acham dessa proposta
educacional.
Em seguida farei observações
na escola com relação ao uso da tecnologia tanto pelos professore quanto pelos
alunos. Durante a Sistematização/escrita, abordarei as informações a partir de:
leituras, observações, entrevistas e diálogo com a gestão, professore, técnico
pedagógico e aluno. Após a sistematização/escrita, haverá a correção final do
orientador e em seguida será a Socialização/apresentação do Artigo ou TCC.
CRONOGRAMA:
PERÍODO
2018 a 2019
Atividade
|
NMar
|
DAbr
|
MMai
|
AJun
|
MJul
|
Elaboração do projeto de pesquisa e levantamento e
estudos dos referenciais bibliográficos
|
X
XX
|
||||
Diagnosticar problemática e definir proposta de trabalho
e da pesquisa.
|
x
X
|
x
|
|||
Seleção, organização dos dados, construção das categorias
de análise.
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X
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X
|
|||
Sistematização do estudo (a escrita do TCC ou ARTIGO)
|
X
|
X
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X
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Entrega da 1ª versão da Monografia ou Artigo para a
correção do orientador (a)
|
x
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X
X
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X
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||
Revisão da Monografia ou artigo a partir das correções do
orientador (a)
|
x
X
|
x
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|||
Entrega da versão final da (Monografia ou Artigo)
|
X
|
||||
Apresentação/defesa pública da (Monografia ou Artigo)
|
X
|
REFERÊNCIAS:
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