sexta-feira, 24 de agosto de 2018

PRÉ-PROJETO - INFORMÁTICA EDUCATIVA


MEC – SETEC SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARÁ
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM INFORMÁTICA EDUCATIVA



DISCIPLINA:
PROFESSOR: MAURO DE JESUS PEREIRA
ALUNO: ROSIVAGNO MARQUES DO NASCIMENTO



O USO DE SOFTWARES EDUCATIVOS COM ÊNFASE EM SOFTWARES LIVRES NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM DOS ALUNOS DE 5º ANO DA EMEF....













                                                              

TEMA:
SOFTWARES EDUCATIVOS/LIVRES
                                                                                                                                                                                                         DELIMITAÇÃO DO TEMA:
O USO DE SOFTWARES EDUCATIVOS COM ÊNFASE EM SOFTWARES LIVRES NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM DOS ALUNOS DE 5º ANO DA EMEF....

MOTIVAÇÃO:
O interesse pela temática “O USO DE SOFTWARES EDUCATIVOS COM ÊNFASE EM SOFTWARES LIVRE NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM DOS ALUNOS DE 5º ANO DA EMEF....”, veio no decorrer de meu percurso acadêmico, onde tive o privilégio de participar das disciplinas como Tecnologias Informática e Educação e Educação Profissional e Tecnologia, ofertadas pelo curso de Pedagogia, turma 2011, pela Universidade Federal do Pará, Campus Universitário do Tocantins/Cametá-Pa. Durante as disciplinas havia debates sobre novas tecnologia e metodologias que podem potencializar os professores, dinamizando sua prática docente, isto é, métodos que podem contribuir para um ensino de melhor qualidade para os estudantes. Este trabalho me ajudará bastante tanto na vida pessoal quanto na vida profissional, pois dará bases para buscas de possíveis soluções em se tratando de tecnologia – Informática Educativa. O trabalho será de grande relevância para a área do conhecimento, pois poderá contribuir servindo de bases para outros trabalhos ou pesquisas da mesma área, além de enriquecer fontes de pesquisas da universidade. Para uma contribuição social, a pesquisa ou trabalho como um todo mostrará aos envolvidos (alunos, professores e escola como um todo), a importância da Tecnologia Educacional – Em especial ao uso dos softwares educativos com ênfase a softwares livres no processo ensino aprendizagem dos alunos de 5º ano da EMEF.... Tudo isso AJUDARÁ BASTANTE OS ALUNOS DESDE CEDO NA ORGANIZAÇÃO DE TRABALHOS COMO, DIGITAÇÃO, FORMATAÇÃO, APRESENTAÇÃO, ENTRE OUTROS.

PROBLEMA DE PESQUISA
Sabemos que o Brasil como o mundo todo, estão cada vez mais globalizados, modernos e evoluído, e nossas escolas precisam acompanhar, precisam está no ritmo desse processo, mas, a problematização é, como serão usados ou implantados os softwares educativos (softwares livres), nas escolas públicas em especial nas séries iniciais do ensino fundamental.
QUESTÕES NORTEADORAS
Em um país com grandes desigualdades sociais, educacional, entre outros. Seria possível ter informática como ferramenta de apoio na formação educacional de nossas crianças em escolas públicas? Cada vez mais, os ambientes familiares e escolares cedem espaços para o emprego de novas tecnologias digitais. Por tudo isso, há uma enorme preocupação quanto ao acesso dos alunos às tecnologias e como usá-las de forma pedagógica. Qual e como seria a contribuição no processo ensino-aprendizagem?

OBJETIVOS
Geral
Analisar a didática aplicada na implantação de software educativo em especial os softwares livres para alunos de 5º ano do fundamental da EMEF..., a partir da ampliação e desenvolvimento do sujeito e sua inclusão na sociedade moderna.
Específicos
1.    Identificar a importância da informática educativa e dos softwares educativos com ênfase em softwares livres no contexto educacional;
2.    Diagnosticar as dificuldades dos gestores, professores e alunos com o acesso e uso das tecnologias (softwares educacionais/livres) para que facilite no processo ensino-aprendizagem, para que seja criativo e mais autônomo.
3.    Compreender que os softwares educativos em especial os softwares livres quando bem contextualizados, desempenham funções pedagógicas, lúdica e didática, de maneira criativa, motivadora e prazerosa. Compreender também que os softwares em sala de aula em seu contexto podem ter variedades de atividades como: escrita, desenho, lógica, apresentação de trabalhos, entre outros e o desenvolvimento cognitivo em todo processo de ensino-aprendizagem.


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         
JUSTIFICATIVA

O pré-projeto apresentado para o ensino fundamental em especial a partir do 5º, tem uma relação direta com a prática pedagógicas e como recursos para atividades. Os computadores, tabletes, smartphones entre outros, devem ser usados como ferramentas que auxiliam os educadores em seus trabalhos pedagógicos, tendo assim bom desempenho no processo ensino-aprendizagem. As tecnologias devem ser usadas como meios e não como fins para a educação - grandes aliados. O uso dos softwares educativos principalmente os softwares livres através das ferramentas como computador, tablete, smartphone entre outros, tornam capazes, evoluem e aperfeiçoam tanto os alunos, professores quanto a própria instituição de ensino. O tema, “o uso dos softwares educativos com ênfase nos softwares livres no processo ensino-aprendizagem para alunos do 5º ano do ensino fundamental”, deve estar relacionado com trabalhos diários das disciplinas ou do currículo caso faça parte, sem esquecer da questão técnica, mas o destaque mesmo, é o aspecto pedagógico, o desenvolvimento do ensino-aprendizagem dos alunos.
Quando se fala em softwares educativos e livres, é de fundamental importância que se atente para as escolhas dos mesmos, pois tem que levar em conta as disciplinas, as atividades e principalmente o objetivo que se quer alcançar através das necessidades dos alunos, no caso do pré-projeto que tem como foco alunos a partir do 5º ano, e esses alunos como já tem contato desde cedo com as tecnologias, então a partir dessa série, trabalhar o uso de word, excel, power point, entre outros, para o bom desempenho e desenvolvimento nas escritas, cálculos, apresentações de trabalhos, e outras atividades que pode ser aplicada em sala ou extraclasse. O uso dos softwares em contexto geral, promove desenvolvimento e novas descobertas no processo ensino-aprendizagem tanto para o aluno – sujeito, quanto o mediador – educador. O educador não deve esquecer que é necessário conhecer e planejar suas aulas antes de aplicar os softwares, e isso fará com que ocorra aprendizagem de verdade.
REFERENCIAL TEÓRICO                                                                                                                                                                                                                       
A tecnologia está cada vez mais presente em nosso cotidiano e em nossa vida, as pessoas estão cada vez mais envolvidas e buscando fazer parte desse mundo de informações e conhecimentos. O que se ver hoje em dia, são crianças cada vez mais cedo envolvidos nesse mundo da tecnologia. Como grande parte das famílias tem acesso a tabletes, smartphones, computadores, entre outros, é comum vermos as crianças usando essas tecnologias, sendo assim, é necessário que saibamos trabalhar o uso dessas tecnologias com essas crianças, tanto na casa quanto na escola, para que seja usado como mecanismo para o desenvolvimento educacional no processo ensino aprendizagem, pois não basta simplesmente termos as ferramentas instaladas temos que saber manuseá-las, VALENTE (1998), relata que:
As possibilidades de uso do computador como ferramenta educacional estão crescendo e os limites dessa expansão são desconhecidos. Cada dia surgem novas maneiras de usar o computador como um recurso para enriquecer e favorecer o processo de aprendizagem. Isso nos mostra que é possível alterar o paradigma educacional; hoje, centrado no ensino, para algo que seja centrado na aprendizagem. (Valente, 1998).
Vieira 2003, no livro Gestão Educacional e tecnologia, destaca a transformação profunda nas escolas, dos métodos que já estão ultrapassados e deve ser substituída por novos modelos, a tecnologia vem contribuir muito com isso. A partir dessas ideias de Vieira 2003, é importante a formação e atuação do planejamento escolar, pois a partir dele, podemos ter o PPP da escola e junto ao currículo, pode-se fazer agregar novos conteúdos e métodos pedagógicos. Para Vieira 2003:
A implementação de transformações mais profundas na escola, que possibilitem uma melhor adequação às novas demandas sociais, proporcionando uma educação de qualidade, requer alteração na concepção de gestão das organizações escolares. Aquele modelo de gestão que utiliza processos mecânicos de decisão e repetição acrítica das velhas soluções, terá de ser substituídos por um novo modelo, mais dinâmico e flexível, que proporcione as adaptações necessárias decorrentes dos processos de aprendizagens individuais e coletivos de cada organização, com a rapidez desejável. Nesta nova forma de gestão, a tecnologia apresenta-se como o sistema nervoso de um organismo/organização que aprende enquanto age e reflete, transmitindo informações e sensações de um órgão ao outro e armazenando os conteúdos mais relevantes, para que possam ser recuperados quando necessários. (Vieira, Almeida e Alonso, 2003, p. 55).
Falar do planejamento escolar, projeto político pedagógico da escola e do currículo, é pensar em usar as tecnologias da informação a favor de melhorar os métodos pedagógicos que precisam ser atraentes para o aluno e motivacional. Para Rojo, 2012:
[...antes de nos perguntar como disciplinar os usos dos multiletramentos, creio, com Lemke (2010 [1998]: s.d.), que “precisamos pensar um pouco em como as novas tecnologias da informação podem transformar nossos hábitos institucionais de ensinar e aprender”. Em vez de impedir/disciplinar o uso do internetês na internet (e fora dela), posso investigar por que e como esse modo de se expressar por escrito funciona. Em vez de proibir o celular em sala de aula, posso usá-lo para a comunicação, a navegação, a pesquisa, a filmagem e a fotografia. Para Lemke, há “dois paradigmas de aprendizagem e de educação em disputa em nossa sociedade hoje e as novas tecnologias vão, acredito, mudar o equilíbrio entre eles significativamente” (Lemke, 1994b). O primeiro, ele denomina “paradigma de aprendizagem curricular: aquele que assume que alguém decidirá o que você precisa saber e planejará para que você aprenda tudo em uma ordem fixa e em um cronograma fixo”. O segundo, ele chama de “paradigma da aprendizagem interativa”...]. (Rojo, 2012, p.26 e 27).
A inclusão digital nas escolas se faz necessário no currículo das escolas, e os aspectos culturais e educacionais estão sempre relacionados um com os outros, mas, precisam caminhar juntos. A cultura digital precisa fazer parte dos processos pedagógicos e da aprendizagem dos alunos. Precisa-se de uma sociedade articulada a escola e não uma escola conteudista. Bonilla, 2009, cita Warschauer (2006), para dizer que:
De acordo com Warschauer (2006, p. 21), “para proporcionar o acesso significativo as novas tecnologias, o conteúdo, a língua, o letramento, a educação e as estruturas comunitárias e institucionais devem todos ser levados em consideração”. Em vista disso, consideramos a escola como locus primeiro e natural dos processos de “inclusão digital”, aqui entendida como formação da cultura digital, uma vez que se constitui ela em espaço de inserção dos jovens na cultura de seu tempo – e o tempo contemporâneo está marcado pelos processos digitais. Como a escola deve ser espaço-tempo de crítica dos saberes, valores e práticas da sociedade em que está inserida, é da sua competência, hoje, oportunizar aos jovens a vivência plena e crítica das redes digitais. Logo, é responsabilidade do professor, profissional dessa instituição, a formação dos jovens para a vivência desses novos espaços de comunicação e produção. (Bonilla, 2009, p. 4).

UJIIE et. Al., 2017; para reforçar sobre o uso do computador cita que:
“Verifica-se assim que o uso do computador na escola da infância favorece a apreensão de atividades significativas pelas crianças, além do que prioriza o desenvolvimento de suas habilidades cognitivas, motoras, emocionais e afetivas, tendo na figura do professor um importante aliado. Como se ressaltou anteriormente, o computador ser um agente importante para a construção de novas aprendizagens e por intermédio de softwares educativos é possível brincar e aprender, ou, aprender brincando com forme preconiza Rosa (2010, p. 3)”. [(UJIIE et. Al., 2017, p. 268)].
As crianças do século XXI, já fazem parte desse mundo evoluído – de tecnologia, onde os TCIs acompanham sua rotina e o trabalho do professor que é de fundamental importância e insubstituível, por que é ele quem vai criar métodos pedagógicos e possibilidades em sala de aula para que aconteça o processo ensino-aprendizagem em um ambiente de cooperação e colaboração entre aluno e professor. UJIIE et. Al., 2017, traz BELLONI e GOMES, 2008; para dizer que:
“O desafio da escola é o de potencializar as virtudes técnicas das TIC, colocando-as a serviço a serviço de aprendizagens significativas e não-convencionais, mais adequadas às culturas jovens e infantis”. [(BELLONI e GOMES, 2008, p. 742). UJIIE et. Al., 2017, p. 267]. [...] o trabalho dos professores continua sendo fundamental e não pode ser substituído pelas máquinas. Porém, é indispensável que que eles aprendam a lidar com a maior autonomia das crianças e a aceitar a hipótese da autodidaxia, além de aprender a usar as TIC em suas práticas pedagógicas [...]. Além de favorecer a aprendizagem colaborativa e cooperativa e desenvolver capacidades de autodidaxia, o uso pedagógico do computador estimula a motivação, desperta a curiosidade e favorece a concentração das crianças que, embora muitos jovens, muitas vezes já tem experiências lúdicas com estas máquinas e, para elas, seu uso na escola é desafiador e estimulante e lhes parece natural. [ (BELLONI e GOMES, 2008, p. 741-742). UJIIE et. Al., 2017, p. 268].
LANDIN E MONTEIRO; 2015, trazem uma reflexão sobre a formação docente em meios as tecnologias de informação e comunicação (TIC), onde de acordo com (RIOS et. Al., 2013):
“As TICs, com destaque ao computador e a internet, passam a construir elementos os quais, em uma via de mão dupla, provocam mudanças na educação, ao mesmo tempo em que demandam que mudanças sejam efetivadas para que possam ser incorporados nos processos de ensino e da aprendizagem. A valorização do conhecimento e as possibilidades de acesso a este, ampliadas pelo uso das TIC, solicitam nova postura dos professores e alunos e, por conseguinte, o repensar dos processos educativos e das práticas curriculares”. [(RIOS et. al., 2013, 214). LANDIN E MONTEIRO; 2015, p. 187].
Os alunos, tem dificuldades nas séries iniciais do fundamental e CAVALCANTE et. al., vem falar das dificuldades no ensino da língua portuguesa em sala de aula, e para mostrar essa realidade ele diz que:
“Os problemas relacionados a educação fazem parte de uma triste realidade enfrentada pelos docentes nas salas de aula, principalmente daquelas afastadas das grandes cidades, onde o fluxo de informações é limitado devido à escassez do aparato tecnológico ou inexistência deles, atrelado também a ausência de verba que por se só acaba aumentando ainda mais as dificuldades do trabalho dos educadores. Tudo isso, faz com que compreendamos a ineficácia na qualidade do ensino e supliquemos por políticas públicas voltadas para sanar tais problemas”. (educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2017/25141_12553.pdf – Acessado em 22-082018). (p. 10840).
Na no sino fundamental, para os alunos é bem complexo, pois, o professor busca métodos para que os mesmos se interessem e interajam e tenham aprendizagem, já que nessa fase a criança está se adaptando nesse ambiente da escola que novo para ela. FARIA E COLPANI – 2017, trazem um pequeno texto de SILVA ET AL, 2013; onde diz que:
“Diante de tantas barreiras, o professor vem enfrentando duros desafios para alcançar com êxito o processo de alfabetização. A educação brasileira passou por grandes mudanças, o aluno deixou de ser mero ouvinte passando a ser o protagonista no processo de ensino/aprendizagem. Nesta circunstância, o professor cada vez mais necessita de ferramentas que estimulem e despertem no aluno o interesse na busca da construção do conhecimento e minimize as dificuldades que abalam o seu aprendizado”. [(Silva, Couto & França, 2013). FARIA e COLPANI, 2017, p. 62].
Segundo MACHADO et. Al., 2017, sobre a Informática Educativa, traz a visão de Valente (1993, p. 1) “para a implantação do computador na educação são necessários basicamente quatro ingredientes: o computador, o software educativo, o professor capacitado para usar o computador como meio educacional e o aluno”. MACHADO et. al., 2017, traz outros autores para citar a importância do computador como meio para educação, veja:
Almeida (2000) diz que o computador é “[...] uma máquina que possibilita testar ideias ou hipóteses, que levam à criação de um mundo abstrato e simbólico, ao mesmo tempo que permite introduzir diferentes formas de atuação e interação entre as pessoas”. Contudo, Rocha (2008, p. 2) ressalta que é necessário que a utilização do computador seja repensada, pois o computador acaba “[...] se transformando em um poderoso recurso d suporte à aprendizagem, com inúmeras possibilidades pedagógicas [...]” o que de certa forma, pressupõe em uma reformulação no currículo. Neste ponto de vista, o software educativo pode se tornar uma ferramenta relevante na Educação Infantil, pois o professor consegue desenvolver atividades que sejam atrativas e lúdicas, visto que esses fatores prendem a atenção dos pequenos. (MACHADO et. al., 2017, p.354 e 355).
Para trabalhar com a tecnologia nas escolas, em especial com softwares educativos com ênfase em softwares livres é importante que as escolas e principalmente os professores tenham estrutura para disponibilizar aos alunos. Para que os professores possam usar a tecnologia como ferramenta pedagógicos, é necessário que os alunos tenham acesso a materiais como computadores, tabletes, celulares, entre outros e também que saibam manusear essas ferramentas para que as aulas sejam atrativas, proveitosa e que possa contribuir na formação de pessoas críticas e que possa haver aprendizagem de verdade. Os professores devem aproveitar o uso das tecnologias pois as mesmas despertam bastante motivação os alunos que muitas vezes já vem desmotivados de sua casa, a tecnologia é uma coisa que desperta bastante interesses dos mesmos, é necessário saber usar essas ferramentas de forma pedagógicas e que segundo Rocha 2008, “o computador é utilizado como meio e não um fim”.
As tecnologias devem fazer parte cada vez mais do processo ensino-aprendizagem, pois, através de novos métodos em sala de aula em que o aluno se identifique e goste, desenvolverá muito bem, os aspectos motor e principalmente cognitivo. É bem verdade que ainda falta algumas coisas com relação ao processo educacional, no que tange currículo, matérias, e políticas públicas, onde o uso de tecnologia em especial os softwares educativos com ênfase nos softwares livres, que eles possam fazer parte do cotidiano das escolas e dos alunos, para que possamos construir um novo tempo na educação e que evoluir no processo ensino-aprendizagem, para que estejamos prontos para a vida e para o trabalho em um mundo globalizado que vivemos.



METODOLOGIA
Para realização dessa pesquisa, utilizarei o método de abordagem (dialética) na qual para JONASSEN (2008), os construtivistas acreditam que o conhecimento é uma construção humana de significados que procura fazer sentido do seu mundo. Nos ambientes de aprendizagem construtivistas, os estudantes possuem mais responsabilidades sobre o gerenciamento de suas e o papel do professor passa a ser também o de orientador, facilitador ou mediador.
Minha abordagem metodológica de pesquisa será qualitativa, durante a coleta de dados, será feito entrevistas com os alunos, gestão da escola e professores, sobre os Softwares Educacionais em especial os softwares livres. Para saber como e quais os softwares são usados, quais as dificuldades e desafios para a escola, saber se os gestores, professores e alunos se interessam com a tecnologia, compreender o que eles acham dessa proposta educacional. 
                  Em seguida farei observações na escola com relação ao uso da tecnologia em especial aos softwares educativos – softwares livres. Durante a Sistematização/escrita, abordarei as informações a partir de: leituras, entrevistas e diálogo com a gestão, professores e alunos. Após a sistematização/escrita, haverá a correção final do orientador e em seguida será a Socialização/apresentação do TCC ou Artigo publicamente. 

CRONOGRAMA:
PERÍODO 2018 a 2019

                    Atividade
NNo
DDe
MJa
AFe
MMa
JAb
JMai
AJun
Elaboração do projeto de pesquisa e levantamento e estudos dos referenciais bibliográficos
X
XX









Diagnosticar problemática e reunir com professores, alunos e gestores da escola para discutir proposta de trabalho e da pesquisa.

xX




Seleção, organização dos dados, construção das categorias de análise.



XX






Sistematização do estudo (a escrita do TCC ou ARTIGO)


X
XX



Entrega da 1ª versão da Monografia para a correção do orientador (a)




XX



Revisão da Monografia a partir das correções do orientador (a)





XX

Entrega da versão final da (Monografia ou Artigo)






XX

Apresentação/defesa pública da (Monografia ou Artigo)







XX

Referências:
Ø  VALENTE, José Armando. Diferentes usos do computador na educação. Em Aberto, v. 12, n. 57, 2008.
Ø  Gestão educacional e tecnologia / Organizadores: Alexandre Thomaz Vieira, Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, Myrtes Alonso. – São Paulo: Avercamp, 2003.
Ø  Rojo, ROXANE helena R. (Roxane Helena Rodrigues) Multiletramento na escola/Roxane Rojo, Eduardo Moura [orgs.]. – São Paulo: Parábola Editorial, 2012.
Ø  BONILLA, Maria Helena Silveira. Inclusão digital nas escolas. Educação, direitos humanos e inclusão social: histórias, memórias e políticas educacionais. João Pessoa: Editora universitária da UFPB, v. 1, p. 183-200, 2009.
Ø  UJIIE, Nájela Tavares et al. A modelagem computacional na educação infantil: teorização e possibilidade de implementação pedagógica. Revemat: Revista Eletrônica de Educação Matemática, v. 11, n. 2, p. 259-277, 2017.
Ø  DE SOUZA LANDIN, Rita de Cassia; MONTEIRO, Maria Iolanda. Saberes docentes e as tecnologias de informação e comunicação: reflexões a partir de experiências pedagógicas. Revista Educação e Cultura Contemporânea, v. 14, n. 36, p. 179-206, 2017.
Ø  DE SOUZA CAVALCANTE, Elani; MORIZ, UEA Rogete Suterio; MONTEIRO3-UEA, UEA Rosineide Rodrigues. O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA. Ou (educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2017/25141_12553.pdf – Acessado em 22-082018).
Ø  COLPANI, Rogério; FARIA, Mateus. Joy e as Letrinhas: um Serious Game como ferramenta de auxílio no processo de alfabetização de crianças do ensino fundamental. Brazilian Journal of Computers in Education, v. 25, n. 02, p. 61, 2017.
Ø  MACHADO, David; WARPECHOWSKI, Mariusa; VAZ, Douglas. Modelo de Interação Entre Pares (MIP): viabilizando o ensino da informática educativa na Educação Infantil. In: Anais do Workshop de Informática na Escola. 2017. p. 353.
Ø  JONASSEN, David. O uso das novas tecnologias na educação a distância e a aprendizagem construtivista. Em Aberto, v. 16, n. 70, 2008.





                                    






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EDUCAÇÃO

Softwares educativos para alfabetização. Veja abaixo um vídeo sobre softwares livres.