sexta-feira, 24 de agosto de 2018

PRÉ-PROJETO: GESTÃO E PLANEJAMENTO ESCOLAR


 


UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO TOCANTINS
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E PLANEJAMENTO DA EDUCAÇÃO
DOCENTE: MARIA SUELI CORREA
DISCENTE: ROSIVAGNO MARQUES DO NASCIMENTO



PLANEJAMENTO ESCOLAR COM ÊNFASE NOS MÉTODOS PEDAGÓGICOS (DOS PROFESSORES), COMO O USO DOS SOFTWARES EDUCATIVOS ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NAS SÉRIES INICIAIS (OU 4º E 5º ANO) DO ENSINO FUNDAMENTAL DA EMEF....

















DELIMITAÇÃO DO TEMA:
Um bom resultado no aspecto educacional se tem a partir de uma gestão democrática e participativa, onde todos os envolvidos na comunidade escolar participarão em um único objetivo em prol da educação e do desenvolvimento local e pessoal. A gestão escolar, através do planejamento escolar, cria projetos didáticos e metodológicos muito importante no processo ensino aprendizagem que dará grandes contribuições na formação dos educandos. Em pleno século XXI que vivemos, é necessário que educando, educadores, gestores, corpo técnico, entre outros, precisa trabalhar juntos, trocar experiências e construindo aprendizagem para se ter uma nova reconfiguração nas práticas pedagógicas que já é uma realidade em nossos dias em sala de aula.
Um planejamento escolar, é importante compreender que não deve ser limitado a um ou outro departamento da escola, deve envolver toda escola pensando em seu desenvolvimento como um todo, ter um planejamento com aspectos críticos contribuirá para o desenvolvimento de práticas educativas. É necessário que as ações da escola sempre sejam em conjunto entre educadores, educando, gestores, coordenadores, pessoas de apoio e a comunidade. As escolas precisam estarem preparadas para esta nova realidade da educação onde tanto o ensino quanto as práticas sociais precisam estar articuladas para que o ensino seja um facilitador de mundo para o aluno de modo geral e para que a o a gestão através do planejamento escolar proporcione aos educandos atrativos pelos estudos através de didáticas e métodos adequados o qual tornarão o processo de ensino aprendizagem mais eficaz e atraente aos alunos com um novo sistema de ensino, novas políticas educacionais e um novos métodos pedagógicos como é o caso do uso de novas ferramentas educacionais em sala de aula que irão auxiliar no processo ensino-aprendizagem como é o caso do uso do uso dos softwares educativos através das tecnologias digitais. O planejamento da escola deve levar em consideração as realidades locais da comunidade e juntos buscar solucionar possíveis dificuldades detectadas no ambiente escolar.
Através de um planejamento junto a uma gestão democrática e participativa, a escola terá autonomia para algumas mudanças educacionais, desde que funcione de forma correta o conselho escolar com todas suas representatividades e que a escola tenha um bom projeto político pedagógico o qual é um documento importante, e através dele o currículo pode ser flexível adequando a realidade da escola, dos alunos e levando em consideração os aspectos socioculturais da comunidade em que a escola faz parte. Como Projeto Político Pedagógico dá possibilidade de flexibilidade no currículo, deve ser incluído também o uso de tecnologia digitais, onde as tecnologias já dão um novo paradigma para a educação, pois o mundo todo está cada vez mais envolvido nesse mundo globalizado e tecnológico.
Ao desenvolver minha pesquisa, vivenciarei e procurarei informações que mostre como funciona o planejamento escolar da EMEF...., como, se dá a construção dos métodos pedagógicos dos professores e se o currículo é flexível de acordo com a realidade da comunidade em especial dos alunos, buscarei compreender já que o currículo é flexível, se o  mesmo permite a inclusão de tecnologias digitais. Sabendo a importância do planejamento da escola, buscar a partir dessa organização, desenvolver aspectos pedagógicos, cognitivos, socioculturais dos alunos e da comunidade, formando assim pessoas críticas capazes de mudas suas realidades.

JUSTIFICATIVA
MOTIVAÇÃO:
Escolhi este tema “Planejamento Escolar”, por causa da importância de falarmos e discutirmos em nosso cotidiano sobre o mundo tecnológico que já vivemos e que o uso das tecnologias digitais tem contribuído para uma maior interação entre as pessoas, pois a tecnologia de modo geral está presente cada vez mais em nosso dia a dia e em nossa vida no mundo todo, seja em caixas eletrônicas, eletrodomésticos, automóveis, celulares, trabalho encolares, entre outros. Tema como esse “Informática Educativa, uso de softwares educativos ou Tecnologias Digitais”, pode ser incluído no currículo escolar já que o mesmo deve ser flexível através do Projeto Pedagógico da escola. Tudo isso pode ser realidade a partir do planejamento escolar.
PROBLEMATIZAÇÃO:
1-    Qual a importância de um planejamento escolar?
2-    Quais as características do planejamento escolar e como acontece na EMEF...?
3-    Quais os objetivos do planejamento?
4-    Como é organizado o Projeto Político Pedagógico da EMEF...?
5-    O currículo escolar é flexível?
6-    A Informática Educativa, o uso dos softwares e as tecnologias digitais fazem parte desse currículo?
7-    Quais as estratégias pedagógicas para utilizar as tecnologias no processo Ensino-Aprendizagem?
  
RELEVÂNCIA:
Será de grande importância compreender o planejamento escolar, pois, surge a partir do princípio de uma gestão democrática e participativa, onde os gestores, docentes, técnicos, entre outros podem participar da gestão e do planejamento de cada escola que trabalha.
O que me levou a escolher esse tema, é por compreender que a educação precisa ser vista pelos alunos como algo que atraia os mesmos, pois o que vemos em nosso cotidiano são alunos sem interesse de estudar e consequentemente sem bons resultados no processo de ensino-aprendizagem, a educação precisa ter algo que o motive. É necessário fazer algo e a possibilidade da flexibilidade do currículo é um grande desafio, por que o mundo globalizado que vivemos está cada vez mais conectado através das tecnologias e os alunos não são e nem estão distantes dessa realidade, é necessário usarmos essa ferramenta de forma intencional e pedagógica para contribuir no processo ensino aprendizagem do mesmo.
Este trabalho me ajudará bastante, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional, pois me dará bases para buscas de eventuais soluções dependendo dos problemas a serem detectados no dia a dia. O trabalho será de grande relevância para a área do conhecimento, pois poderá ou servirá de bases para outros trabalhos ou pesquisas da mesma área do conhecimento, pois poderá enriquecer fontes de pesquisas da universidade. Com relação a contribuição social, a pesquisa ou o trabalho como um todo, mostrará aos envolvidos (gestores, corpo técnico, docentes, entre outros), a importância de todos na gestão, em especial no planejamento escolar, com isso quem terá a ganhar com esse modelo de gestão e planejamento, será toda comunidade com uma educação de qualidade onde irá formar pessoas consciente e críticas em nossa sociedade.  
OBJETIVOS
v  Geral: Identificar e analisar o planejamento escolar, mostrar a importância das pessoas que fazem parte nem só a gestão, mas de todo o planejamento em especial a construção do Projeto Político Pedagógico da escola, se o currículo é flexível quanto a realidade da escola e dos alunos e se as tecnologias digitais, informática educativa e uso dos softwares fazem parte do desse currículo buscando oferecer uma educação de qualidade onde possamos formar pessoas não só para o mercado de trabalho, mas, para a vida e com autonomia.
v  Específico:
1-    Diagnosticar as dificuldades para se ter um Planejamento Escolar.
2-    Analisar o que a gestão tem feito junto ao corpo técnico, docentes e outros, para se ter um currículo flexível e com nova políticas educacionais como a inclusão de tecnologias digitais, uso dos softwares educativos, já que estão presentes em nosso cotidiano.
3-    Compreender a importância do planejamento escolar, que venha contribuir para uma educação de qualidade formando pessoas críticas capazes de transformar a sociedade.

REFERÊNCIAL TEÓRICO:
Este artigo vem tratar do planejamento escolar, que parte do princípio de uma gestão democrática e participativa para se chegar a um planejamento desejado e eficiente, onde o envolvimento e comprometimento de todos podem levam a uma educação emancipatória. Em um texto de Romão e Padilha, eles citam a importância da gestão democrática para escola:
Como afirma o professor Moacir Gadott em seu livro Pedagogia das práxis (São Paulo, Cortez/IPF, 1995, p. 76), “se é verdade que a educação não pode fazer sozinha a transformação social, também é verdade que a transformação não se efetivará e não se consolidará sem a educação”. No mesmo sentido, não podemos pensar que a gestão democrática da escola possa resolver todos os problemas de um estabelecimento de ensino ou da educação, mas a sua implementação é, hoje, uma exigência da própria sociedade, que enxerga como um dos possíveis caminhos para a democratização do poder na escola e na própria sociedade. (Gadotti e Romão, 2004, p. 92).

Para Gadotti e Romão 2004, a sociedade ver a “gestão democrática”, como possível caminho e saída para a democratização da escola e da sociedade, então devemos acreditar que essa gestão possa contribuir para termos uma educação de qualidade e emancipatória.
Sabemos que são grandes as dificuldades para se fazer ou ter uma gestão democrática e participativa, por que é necessário o envolvimento de todas as pessoas que fazem parte da escola, além da comunidade onde a mesma está inserida, é preciso que todos estejam compromissados e com o mesmo objetivo. Toda mudança requer primeiramente um trabalho de conscientização e posteriormente uma adaptação àquilo que é proposto como “novo”, não será fácil, tão pouco simples, construir e pôr em prática um novo modelo de gestão, sendo ela democrática e participativa, em qualquer escola que seja. As dificuldades começam quando se pede a participação de todos, em especial na formação do Conselho Escolar, Grêmio Estudantil, entre outros, pois o trabalho dessas pessoas não é remunerado pelas funções atribuídas, é em função da escola, da comunidade e da educação como um todo, outra dificuldade é a criação do Projeto Político Pedagógico da escola. É necessário conscientizar toda escola e a comunidade para essa nova gestão em busca de melhorar os métodos pedagógicos e a educação em geral.
É de fato impossível democratizar a escola autoritariamente, à força ou através de golpes legislativos; descentralizar a administração escolar apenas a partir de decisões centralizadas, doar a autonomia às escolas, ou condená-las a uma autonomia que os autores escolares desprezam ou se recusam a assumir. A educação para e pela cidadania democrática não é algo que possa ser restringido à escola aos atores escolares, ou somente aos alunos curricularizável e avaliável ao estilo escolar mais convencional (Lima, 2002, p. 50).

Trago agora, a lei maior do nosso país (Constituição de 1988), ela que rege as instituições e garante o direito e dever dos cidadãos. É importante que conhecemos nossas leis para podermos cobrar nossos direitos junto as autoridades. A constituição de 1988, dá o direito as pessoas a uma educação de qualidade. Trago o artigo 205 e 206, vejamos o que diz a parte citada:
Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;
III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino. (Brasil, Constituição de 1988, p. 160. 2018).
O que percebemos é que a CF 1988, deixa claro, que todos têm função importante em todo processo educacional, seja família, escola e comunidade. Os municípios são responsáveis na parte organizacional da educação fundamental e infantil:
Art. 211. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino.
§ 2º os Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil. (Redação dada pela EC n. 14/1996). (Brasil, Constituição de 1988, p. 161 e 162. 2018).
Os municípios junto as escolas podem e devem participar da organização e do planejamento educacional com objetivos de melhorar a qualidade educacional e seus resultados, como por exemplo trabalhar a organização do currículo da escola junto aos projetos pedagógicos.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei Nº 9.394/96), lei maior da educação, vem nortear e garantir o acesso das pessoas nas escolas em buscas de uma melhor formação enquanto profissional e enquanto cidadão. A LDB é a legislação da educação, todas escolas devem segui-la, pois, a mesma busca organizar o sistema educacional. É necessário que todos gestores, corpo técnico e docentes conheçam a Leis de Diretrizes e Bases da Educação, pois a mesma dará suporte para o regulamento da escola como o Projeto Político Pedagógico, que será de grande importância para o currículo e todo planejamento pedagógico da escola. Destaco o artigo 11 e 12 da LDB:
Art. 11. Os Municípios incumbir-se-ão de:
II – exercer ação redistributiva em relação às suas escolas;
III – baixar normas complementares para o seu sistema de ensino;
IV – autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino;
Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitada as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:
I – elaborar e executar sua proposta pedagógica;
IV – velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
VI – articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola; (LDB: 2017, p. 13 e 14).
Os artigos 11 e 12, mostram a importância dos municípios e dos estabelecimentos de ensino, para se elaborar e pôr em prática, um planejamento educacional, nas escolas. Nos artigos 13 e 14 da LDB, 9.394/96, mostra a incumbência dos docentes e do sistema de ensino, para que possamos ter um bom planejamento escolar através de uma gestão democrática:
Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de:
I – participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
II – elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
IV – estabelecer estratégia de recuperação para alunos de menor rendimento;
Art. 14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios:
I – participação dos profissionais da educação na elaboração no projeto pedagógico da escola;
II – participação das comunidades escolar e local em conselho escolares ou equivalentes. (LDB: 2017, p. 14 e 15).
Nos artigos 13 e 14, fica claro a incumbência dos docentes e do sistema de ensino, pois os docentes devem participar da elaboração e aplicação do projeto pedagógico da escola para se chegar a uma educação de qualidade para formar pessoas críticas.
O planejamento é um fundamental nas escolas e devem ser um processo contínuo e inovador, os gestores, coordenadores e docentes devem ser conscientes da importância do planejamento escolar. A gestão através do planejamento não deve permitir que os educadores e técnicos pedagógicos desconsidere o planejamento em especial o projeto político pedagógico, os planos de aulas, entre outros, pois os mesmo as vezes se encontram engavetados como se não tivessem importância para se ter uma educação contemporânea e efetiva para o desenvolvimento educacional das pessoas. Luck, 2009, vem citar o planejamento como um processo contínuo:
A partir de uma visão abrangente e integradora, o planejamento contribui para a coerência e consistência das ações, promovendo a superação do caráter aleatório, ativista e assistemático. Como instrumento de preparação para a promoção de objetivos, ele antecede as ações, criando uma perspectiva de futuro, mediante a previsão e preparação das condições necessárias para promove-lo e, acima de tudo, a visualização, pelos seus executores, de suas responsabilidades específicas e das competências e determinações necessárias para assumi-las adequadamente. Embora, no entanto, o planejamento esteja associado à fase que antecede as ações, é necessário ter em mente que deve estar também presente em todos os momentos e fases das mesmas, constituindo-se, dessa forma, em um processo continuo: planeja-se antes, durante e depois das ações, pois não é possível prever antecipadamente todas as condições de execução de planos, notadamente, das dinâmicas sociais, como é o caso da educação. (Lück, 2009, p. 33).
A gestão escolar, deve criar possibilidades para a escola sair da mesmice cotidiana e o projeto pedagógico, vem para criar alternativas através da flexibilidade do currículo, como por exemplo acrescentar temas novos que já façam parte da realidade dos alunos, como o uso das tecnologias que estão presentes no cotidiano dos alunos. Tavares 2009 vem dizer o que é o projeto pedagógico:
O projeto pedagógico é um documento desenvolvido a partir das necessidades de cada escola. Para a sua elaboração, é preciso levar em conta as limitações, as expectativas e as potencialidades de toda comunidade escolar e ser considerado também os recursos didáticos e pedagógicos que a escola possui... Projeto pedagógico é uma proposta pedagógica fundamentadas em informações obtidas por meio de uma parceria com a comunidade escolar e a gestão escolar. As informações podem ser externas, extraídas da comunidade em si, onde a escola se encontra inserida, fornecidas pelo corpo de funcionários, professores, alunos e direção da escola. No projeto, deve estar inserido um senso crítico, visto que a educação tem um papel meritório no processo de humanização do homem e na transformação da sociedade. (Tavares, 2009, p. 111).
O que percebemos, que é de grande importância as escolas terem seus projetos pedagógicos, apesar de não ser fácil a participação das pessoas e principalmente colocá-lo em prática. A través do PPP podemos criar possibilidades e meios atrativos para os alunos em seu cotidiano. Como já sabemos, a importância e o valor do projeto pedagógico da escola para a educação é imprescindível. Para Hengemühle, 2004, o PPP é o eixo condutor da escola, deve ser desenvolvido as claras para que as pessoas possam compreender e ajudarem a colocá-lo em prática. O autor mostra também os fundamentos do projeto pedagógico.
Um projeto pedagógico não pode ser complexo e volumoso, mas deve ser prático e compreensível para todos, além de priorizar a qualidade nos seus fundamentos. Compreendemos que esse eixo orientador das ações da escola necessita hoje ter como referências e fundamentos:
1)     Os cenários locais e globais;
2)     As potencialidades e dimensões humanas;
3)     O perfil de aluno;
4)     Os fundamentos educacionais que norteiam o fazer o fazer pedagógico;
5)     O perfil de professor necessário; e
6)     O perfil instituição escolar. (Hengemühle, 2004, p. 30).
No projeto pedagógico, podemos além de apontar novos caminhos para educar, também dá novos significados para o novo modelo educacional que queremos. Hengemühle, 2004, mostra um eixo condutor significativo a educação e para que haja verdadeira construção de conhecimento em consonância com as potencialidades e dimensões naturais do ser humano:
Diante do paradigma educacional apresentado (encontrar caminhos para que a educação tenha significado, da teoria a sala de aula), sintetizamos os cinco pontos focais a seguir, a partir dos quais a educação contemporânea pode encontrar um eixo condutor significativo:
1)     Saber escolar integrado ao saber da vida: Esse é o foco central do olhar dos educadores. Os saberes desenvolvidos na escola precisam ter sentido, significado, ser úteis para a vida.
2)     Competências: Que as escolas desenvolvam pessoas capazes de agir com eficácia na busca de soluções para os problemas fora da rotina do seu dia a dia, agindo com valores éticos e morais, em um clima de boa convivência.
3)     Situações-problema: O professor parte de situações problematizadas da realidade que, a partir das concepções prévias dos alunos, suscitam sua motivação, provocam o desejo de aprender e atribuem significado ao saber escolar.
4)     Teorização/conteúdo: É o referencial através do qual o aluno consegue compreender e explicar as situações e os problemas do meio, sendo capaz de compreendê-los e de agir com fundamentação no seu contexto.
5)     Habilidades: Que todo processo pedagógico tenha o foco voltado para o desenvolvimento de exercícios mentais complexos, ou, como as denominamos, habilidades superiores. (Hengemühle, 2004, p. 131 e 132).
É fundamental o planejamento participativo, para o que se quer alcançar, pois através do mesmo se discute as realidades dos alunos, escola e sociedade para então poder chegar ao objetivo definido, é através do cotidiano que o indivíduo se constitui. Veiga (org.), 1995, diz que:
Nossa experiência de planejamento participativo com base na escola já aponta algumas aprendizagens. Em relação à definição do objeto de planejamento, devemos buscar a demarcação do âmbito das relações da “comunidade escolar”: escola e grupos; escola e instituições. A seguir temos que definir qual é, ou quais são as esferas do social que vamos priorizar, nos níveis do conhecimento e da ação planejada, para darmos conta de atingir os objetivos do planejamento. Nossa proposta tem priorizado a esfera da vida cotidiana, uma vez que tivemos eleito, como foco de investigação, os processos de socialização vivenciados no microespaço da comunidade escolar e, também, por verificarmos que é principalmente com base nas interações na cotidianidade que os indivíduos constroem-se. (Veiga (org.)1995, p.136).
Vieira 2003, no livro Gestão Educacional e tecnologia, destaca a transformação profunda nas escolas, dos métodos que já estão ultrapassados e deve ser substituída por novos modelos, a tecnologia vem contribuir muito com isso. A partir dessas ideias de Vieira 2003, é importante a formação e atuação do planejamento escolar, pois a partir dele, podemos ter o PPP da escola e junto ao currículo, pode-se fazer agregar novos conteúdos e métodos pedagógicos. Para Vieira 2003:
A implementação de transformações mais profundas na escola, que possibilitem uma melhor adequação às novas demandas sociais, proporcionando uma educação de qualidade, requer alteração na concepção de gestão das organizações escolares. Aquele modelo de gestão que utiliza processos mecânicos de decisão e repetição acrítica das velhas soluções, terá de ser substituídos por um novo modelo, mais dinâmico e flexível, que proporcione as adaptações necessárias decorrentes dos processos de aprendizagens individuais e coletivos de cada organização, com a rapidez desejável. Nesta nova forma de gestão, a tecnologia apresenta-se como o sistema nervoso de um organismo/organização que aprende enquanto age e reflete, transmitindo informações e sensações de um órgão ao outro e armazenando os conteúdos mais relevantes, para que possam ser recuperados quando necessários. (Vieira, Almeida e Alonso, 2003, p. 55).
Falar do planejamento escolar, projeto político pedagógico da escola e do currículo, é pensar em usar as tecnologias da informação a favor de melhorar os métodos pedagógicos que precisam ser atraentes para o aluno e motivacional. Para Rojo, 2012:
“...antes de nos perguntar como disciplinar os usos dos multiletramentos, creio, com Lemke (2010 [1998]: s.d.), que “precisamos pensar um pouco em como as novas tecnologias da informação podem transformar nossos hábitos institucionais de ensinar e aprender”. Em vez de impedir/disciplinar o uso do internetês na internet (e fora dela), posso investigar por que e como esse modo de se expressar por escrito funciona. Em vez de proibir o celular em sala de aula, posso usá-lo para a comunicação, a navegação, a pesquisa, a filmagem e a fotografia. Para Lemke, há “dois paradigmas de aprendizagem e de educação em disputa em nossa sociedade hoje e as novas tecnologias vão, acredito, mudar o equilíbrio entre eles significativamente” (Lemke, 1994b). O primeiro, ele denomina “paradigma de aprendizagem curricular: aquele que assume que alguém decidirá o que você precisa saber e planejará para que você aprenda tudo em uma ordem fixa e em um cronograma fixo”. O segundo, ele chama de “paradigma da aprendizagem interativa”...”. (Rojo, 2012, p.26 e 27).
LANDIN E MONTEIRO; 2017, trazem uma reflexão sobre a formação docente em meios as tecnologias de informação e comunicação (TIC), onde de acordo com (RIOS et. Al., 2013. P.214):
 As TIC, com destaque ao computador e a internet, passam a construir elementos os quais, em uma via de mão dupla, provocam mudanças na educação, ao mesmo tempo em que demandam que mudanças sejam efetivadas para que possam ser incorporados nos processos de ensino e da aprendizagem. A valorização do conhecimento e as possibilidades de acesso a este, ampliadas pelo uso das TIC, solicitam nova postura dos professores e alunos e, por conseguinte, o repensar dos processos educativos e das práticas curriculares. [(Rios et. Al., 2013). Landin e Monteiro, 2017, p. 187]
A inclusão digital nas escolas se faz necessário no currículo das escolas, e os aspectos culturais e educacionais estão sempre relacionados um com os outros, mas, precisam caminhar juntos. A cultura digital precisa fazer parte dos processos pedagógicos e da aprendizagem dos alunos. Precisa-se de uma sociedade articulada a escola e não uma escola conteudista. Bonilla, 2009, cita Warschauer (2006), para dizer que:
De acordo com Warschauer (2006, p. 21), “para proporcionar o acesso significativo as novas tecnologias, o conteúdo, a língua, o letramento, a educação e as estruturas comunitárias e institucionais devem todos ser levados em consideração”. Em vista disso, consideramos a escola como locus primeiro e natural dos processos de “inclusão digital”, aqui entendida como formação da cultura digital, uma vez que se constitui ela em espaço de inserção dos jovens na cultura de seu tempo – e o tempo contemporâneo está marcado pelos processos digitais. Como a escola deve ser espaço-tempo de crítica dos saberes, valores e práticas da sociedade em que está inserida, é da sua competência, hoje, oportunizar aos jovens a vivência plena e crítica das redes digitais. Logo, é responsabilidade do professor, profissional dessa instituição, a formação dos jovens para a vivência desses novos espaços de comunicação e produção. (Bonilla, 2009, p. 4).
Estamos em pleno século XXI, e o que vemos é nossas crianças cada vez mais envolvidas no mundo tecnológico, seja através de celulares que já se tornou quase normal eles receberem dos pais, brinquedos de controle remoto, computadores, TVs, videogames, entre outros. É necessário acompanhar essas crianças e saber orientá-las sobre o uso das tecnologias, fazer uso de forma pedagógica. Antoneli 2013, traz uma citação de Bucht, 2002:
A crianças usam a mídia, entre outras razões, porque elas acham-na divertida, excitante e imaginativa, e porque passam por experiência de aprendizado. Sentem também que a mídia as faz “sentirem-se incluídas” em meio às pessoas e aos acontecimentos, o que algumas vezes leva a formação de amizades. (...) [(Bucht, 2002, p.79). Antoneli, 2013, p. 13].
Uma coisa interessante é que as crianças veem na mídia possibilidade de entretenimento e comunicação, devemos fazer dessa ferramenta meios para melhorar o processo de ensino aprendizagem das crianças, mas, os pais e professores devem estar sempre atentos, no que tange o que eles acessam por que existe coisas maliciosas nesse mundo tecnológico e digita.
As tecnologias devem ser vistas como um recurso, como elas estão presente no cotidiano das pessoas como nos trabalhos, é necessário fazermos esse uso na educação também. Llano e Adrián, 2006, fala “Ao depararmos com o desafio da educação popular, podemos cair no erro de pensar em uma “educação pobre” para os pobres”: seria fazer o dá com o que tem. Os autores reforçar dizendo que:
O desafio da educação popular está, justamente, em dar a melhor educação em todos aqueles setores excluídos de todo desenvolvimento. Devemos contar com os melhores recursos, a fim de que nossos educandos, de posse deles, rompam os limites de sua marginalização e se transformem em agentes de mudança pessoal, comunitária e social. Neste momento, as tecnologias da informação e comunicação são alguns dos poderosos recursos que podem nos ajudar a cumprir as nossas metas. (Llano e Adrián, 2006. p. 30 e 31).
Todas tecnologias que os alunos têm acesso, é necessário que se faça bom uso dela e que não seja vista apenas como um computador ou celular. Devemos usar essas ferramentas para transformar e modernizar os métodos pedagógicos. Toda comunidade escolar deve se apropriar dessa ferramenta, Llano e Adrián, 2006, vem reforçar isso:
Estas ferramentas só produzirão algum efeito, se nós os agentes, que construímos a vida da escola, formos nos apropriando delas, transformando-as em recursos a nosso serviço e integrando-as a todos os outros recursos dos quais dispomos, a fim de atingirmos o fim de uma melhor educação para os nossos educandos. (Llano e Adrián, 2006. p. 32).
                     UJIIE et. Al., 2017; para reforçar sobre o uso do computador cita que:
“Verifica-se assim que o uso do computador na escola da infância favorece a apreensão de atividades significativas pelas crianças, além do que prioriza o desenvolvimento de suas habilidades cognitivas, motoras, emocionais e afetivas, tendo na figura do professor um importante aliado. Como se ressaltou anteriormente, o computador ser um agente importante para a construção de novas aprendizagens e por intermédio de softwares educativos é possível brincar e aprender, ou, aprender brincando com forme preconiza Rosa (2010, p. 3)”. [(UJIIE et. Al., 2017, p. 268)].
As crianças do século XXI, já fazem parte desse mundo evoluído – de tecnologia, onde os TCIs acompanham sua rotina e o trabalho do professor que é de fundamental importância e insubstituível, por que é ele quem vai criar métodos pedagógicos e possibilidades em sala de aula para que aconteça o processo ensino-aprendizagem em um ambiente de cooperação e colaboração entre aluno e professor. UJIIE et. Al., 2017, traz BELLONI e GOMES, 2008; para dizer que:
“O desafio da escola é o de potencializar as virtudes técnicas das TIC, colocando-as a serviço a serviço de aprendizagens significativas e não-convencionais, mais adequadas às culturas jovens e infantis”. [(BELLONI e GOMES, 2008, p. 742). UJIIE et. Al., 2017, p. 267]. [...] o trabalho dos professores continua sendo fundamental e não pode ser substituído pelas máquinas. Porém, é indispensável que que eles aprendam a lidar com a maior autonomia das crianças e a aceitar a hipótese da autodidaxia, além de aprender a usar as TIC em suas práticas pedagógicas [...]. Além de favorecer a aprendizagem colaborativa e cooperativa e desenvolver capacidades de autodidaxia, o uso pedagógico do computador estimula a motivação, desperta a curiosidade e favorece a concentração das crianças que, embora muitos jovens, muitas vezes já tem experiências lúdicas com estas máquinas e, para elas, seu uso na escola é desafiador e estimulante e lhes parece natural. [ (BELLONI e GOMES, 2008, p. 741-742). UJIIE et. Al., 2017, p. 268].
LANDIN E MONTEIRO; 2015, trazem uma reflexão sobre a formação docente em meios as tecnologias de informação e comunicação (TIC), onde de acordo com (RIOS et. Al., 2013):
“As TICs, com destaque ao computador e a internet, passam a construir elementos os quais, em uma via de mão dupla, provocam mudanças na educação, ao mesmo tempo em que demandam que mudanças sejam efetivadas para que possam ser incorporados nos processos de ensino e da aprendizagem. A valorização do conhecimento e as possibilidades de acesso a este, ampliadas pelo uso das TIC, solicitam nova postura dos professores e alunos e, por conseguinte, o repensar dos processos educativos e das práticas curriculares”. [(RIOS et. al., 2013, 214). LANDIN E MONTEIRO; 2015, p. 187].
Os alunos, tem dificuldades nas séries iniciais do fundamental e CAVALCANTE et. al., vem falar das dificuldades no ensino da língua portuguesa em sala de aula, e para mostrar essa realidade ele diz que:
“Os problemas relacionados a educação fazem parte de uma triste realidade enfrentada pelos docentes nas salas de aula, principalmente daquelas afastadas das grandes cidades, onde o fluxo de informações é limitado devido à escassez do aparato tecnológico ou inexistência deles, atrelado também a ausência de verba que por se só acaba aumentando ainda mais as dificuldades do trabalho dos educadores. Tudo isso, faz com que compreendamos a ineficácia na qualidade do ensino e supliquemos por políticas públicas voltadas para sanar tais problemas”. (educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2017/25141_12553.pdf – Acessado em 22-082018). (p. 10840).
Na no sino fundamental, para os alunos é bem complexo, pois, o professor busca métodos para que os mesmos se interessem e interajam e tenham aprendizagem, já que nessa fase a criança está se adaptando nesse ambiente da escola que novo para ela. FARIA E COLPANI – 2017, trazem um pequeno texto de SILVA ET AL, 2013; onde diz que:
“Diante de tantas barreiras, o professor vem enfrentando duros desafios para alcançar com êxito o processo de alfabetização. A educação brasileira passou por grandes mudanças, o aluno deixou de ser mero ouvinte passando a ser o protagonista no processo de ensino/aprendizagem. Nesta circunstância, o professor cada vez mais necessita de ferramentas que estimulem e despertem no aluno o interesse na busca da construção do conhecimento e minimize as dificuldades que abalam o seu aprendizado”. [(Silva, Couto & França, 2013). FARIA e COLPANI, 2017, p. 62].
Segundo MACHADO et. Al., 2017, sobre a Informática Educativa, traz a visão de Valente (1993, p. 1) “para a implantação do computador na educação são necessários basicamente quatro ingredientes: o computador, o software educativo, o professor capacitado para usar o computador como meio educacional e o aluno”. MACHADO et. al., 2017, traz outros autores para citar a importância do computador como meio para educação, veja:
Almeida (2000) diz que o computador é “[...] uma máquina que possibilita testar ideias ou hipóteses, que levam à criação de um mundo abstrato e simbólico, ao mesmo tempo que permite introduzir diferentes formas de atuação e interação entre as pessoas”. Contudo, Rocha (2008, p. 2) ressalta que é necessário que a utilização do computador seja repensada, pois o computador acaba “[...] se transformando em um poderoso recurso d suporte à aprendizagem, com inúmeras possibilidades pedagógicas [...]” o que de certa forma, pressupõe em uma reformulação no currículo. Neste ponto de vista, o software educativo pode se tornar uma ferramenta relevante na Educação Infantil, pois o professor consegue desenvolver atividades que sejam atrativas e lúdicas, visto que esses fatores prendem a atenção dos pequenos. (MACHADO et. al., 2017, p.354 e 355).
Para trabalhar com as tecnologias, é importante que os professores tenham estrutura para trabalhar com as crianças, tanto na questão de materiais como computador, celular, tablete, entre outros, quanto que saibam manusear essas ferramentas para que as aulas sejam atrativas e proveitosa para haver aprendizagem de verdade, pois motivação, os alunos tem ao perceberem que as tecnologias fazem parte dos métodos pedagógicos e as mesmas  são coisas que despertam bastante interesse e motivação para eles, é necessário que os educadores saibam usar essas ferramentas de forma pedagógicas.
As tecnologias devem fazer parte cada vez mais do processo ensino-aprendizagem dos alunos, pois, esses novos métodos em sala de aula, faz com que as crianças se identifique e goste. Os educandos desenvolvem muito bem os aspectos motor e principalmente cognitivo. Ainda falta muitas para que as tecnologias façam parte do processo educacional como um todo, no que tange currículo e políticas públicas, entre outros. As tecnologias precisam fazer parte do cotidiano das escolas e dos alunos, para que possamos construir um novo tempo na educação e que possamos evoluir no processo ensino-aprendizagem.
METODOLOGIA
Para realização dessa pesquisa, utilizarei o método de abordagem (dialética) na qual para JONASSEN (2008), ”os construtivistas acreditam que o conhecimento é uma construção humana de significados que procura fazer sentido do seu mundo”. Nos ambientes de aprendizagem construtivistas, os estudantes possuem mais responsabilidades sobre o gerenciamento de suas e o papel do professor passa a ser também o de orientador, facilitador ou mediador.
Minha abordagem metodológica de pesquisa será qualitativa. Durante a coleta de dados, será feito entrevistas com um GESTOR, professor, coordenador pedagógico e aluno. Para saber como se faz e como acontece o planejamento escolar, se a escola tem projeto político pedagógico, se o currículo escolar é flexível e se as tecnologias digitais e o uso dos softwares educativos são trabalhados junto ao currículo de forma pedagógica. É importante também saber como e quais as dificuldades e desafios para a escola, como os professores e alunos se interessam pela tecnologia e entender o que eles acham dessa proposta educacional. 
                  Em seguida farei observações na escola com relação ao uso da tecnologia tanto pelos professore quanto pelos alunos. Durante a Sistematização/escrita, abordarei as informações a partir de: leituras, observações, entrevistas e diálogo com a gestão, professore, técnico pedagógico e aluno. Após a sistematização/escrita, haverá a correção final do orientador e em seguida será a Socialização/apresentação do Artigo ou TCC.               












CRONOGRAMA:
PERÍODO 2018 a 2019

                    Atividade
NMar
DAbr
MMai
AJun
MJul
Elaboração do projeto de pesquisa e levantamento e estudos dos referenciais bibliográficos
X
XX






Diagnosticar problemática e definir proposta de trabalho e da pesquisa.
x
X

x



Seleção, organização dos dados, construção das categorias de análise.


X
X



Sistematização do estudo (a escrita do TCC ou ARTIGO)


X
X

X


Entrega da 1ª versão da Monografia ou Artigo para a correção do orientador (a)

x
X
X

X
Revisão da Monografia ou artigo a partir das correções do orientador (a)


x
X
x

Entrega da versão final da (Monografia ou Artigo)




X

Apresentação/defesa pública da (Monografia ou Artigo)





X

REFERÊNCIAS:
v  Lima, Licínio C.: Organização Escolar e Democracia radical: Paulo Freire e a governação democrática da escola pública/ Licínio C. Lima. -–2. Ed. – São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2002. – (Guia da escola cidadã; v. 4).
v  Autonomia da Escola: princípios e propostas / Moacir Gadotti e José E. Romão (orgs.) – 6. Ed. – São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2004. – (Guia da escola cidadã; v. 1).
v  Brasil. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil [Recurso Eletrônico]. – Brasília Supremo Tribunal Federal, Secretaria de Documentação, 2018. 518 p.
v  LDB: Lei de diretrizes e bases da educação nacional. – Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2017. 58 p.
v  Hengemühle, Adelar. Gestão de ensino e práticas pedagógicas/Adelar Hengemühle. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
v  Tavares, Wolmer Ricardo. Gestão pedagógica: gerindo escolas para a cidadania crítica / Wolmer Ricardo Tavares – Rio de Janeiro: Wak Ed., 2009.
v  Lück, Heloísa. Dimensões de gestão escolar e suas competências. Heloísa Lück. – Curitiba: Editora Positivo, 2009.
v  Projeto político-pedagógico da escola da escola: Uma construção possível / Ilma Passos Alencastro Veiga (org.). – Campinas, SP: Papirus, 1995. – (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico).
v  Gestão educacional e tecnologia / Organizadores: Alexandre Thomaz Vieira, Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, Myrtes Alonso. – São Paulo: Avercamp, 2003.
v  Rojo, ROXANE helena R. (Roxane Helena Rodrigues) Multiletramento na escola/Roxane Rojo, Eduardo Moura [orgs.]. – São Paulo: Parábola Editorial, 2012.
v  BONILLA, Maria Helena Silveira. Inclusão digital nas escolas. Educação, direitos humanos e inclusão social: histórias, memórias e políticas educacionais. João Pessoa: Editora universitária da UFPB, v. 1, p. 183-200, 2009.
v  ANTONELI, Silvana Luiza. As mídias e seu uso pedagógico no ensino da língua portuguesa. 2013.
v  DE SOUZA LANDIN, Rita de Cassia; MONTEIRO, Maria Iolanda. Saberes docentes e as tecnologias de informação e comunicação: reflexões a partir de experiências pedagógicas. Revista Educação e Cultura Contemporânea, v. 14, n. 36, p. 179-206, 2017.
v  LLANO, José Gregorio de; ADRIAN, Mariella. A informática educativa na escola. São Paulo: Edições Loyola, p. 24-38, 2006.
v  UJIIE, Nájela Tavares et al. A modelagem computacional na educação infantil: teorização e possibilidade de implementação pedagógica. Revemat: Revista Eletrônica de Educação Matemática, v. 11, n. 2, p. 259-277, 2017.
v  DE SOUZA LANDIN, Rita de Cassia; MONTEIRO, Maria Iolanda. Saberes docentes e as tecnologias de informação e comunicação: reflexões a partir de experiências pedagógicas. Revista Educação e Cultura Contemporânea, v. 14, n. 36, p. 179-206, 2017.
v  DE SOUZA CAVALCANTE, Elani; MORIZ, UEA Rogete Suterio; MONTEIRO3-UEA, UEA Rosineide Rodrigues. O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA. Ou (educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2017/25141_12553.pdf – Acessado em 22-082018).
v  COLPANI, Rogério; FARIA, Mateus. Joy e as Letrinhas: um Serious Game como ferramenta de auxílio no processo de alfabetização de crianças do ensino fundamental. Brazilian Journal of Computers in Education, v. 25, n. 02, p. 61, 2017.
v  MACHADO, David; WARPECHOWSKI, Mariusa; VAZ, Douglas. Modelo de Interação Entre Pares (MIP): viabilizando o ensino da informática educativa na Educação Infantil. In: Anais do Workshop de Informática na Escola. 2017. p. 353.
v  JONASSEN, David. O uso das novas tecnologias na educação a distância e a aprendizagem construtivista. Em Aberto, v. 16, n. 70, 2008.





EDUCAÇÃO

Softwares educativos para alfabetização. Veja abaixo um vídeo sobre softwares livres.